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HISTÓRIA

VÔLEI RENATA: MAIS DE UMA DÉCADA DE SUCESSO!


Um plano vencedor. Assim pode ser resumido o projeto Vôlei Renata, que comemorou 10 anos de criação em 2020. O time sediado em Campinas alia o alto desempenho com ações sociais e colhe frutos pelo seu bom rendimento. Dentro de quadra, diversos títulos e conquistas, e fora dela, doações recorde de alimentos e o uso do esporte como ferramenta de educação, através do Instituto Compartilhar.

A história do projeto campineiro começou quando a ESM, empresa que atua no mercado esportivo desde 1999, principalmente no futebol, percebeu a necessidade de desenvolver um ativo esportivo no interior paulista. O poder econômico (3º maior PIB do Estado de SP), aliado à carência de um projeto social/esportivo na região, fez surgir, em 2010, o Vôlei Campinas.

O projeto é baseado em três pilares. O primeiro, social, conta com a participação de mais de 600 crianças por ano, no qual os valores do esporte são passados em parceria com o Instituto Compartilhar, presidido por Bernardinho. Mais de 2000 jovens já participaram do projeto desde o seu início.

O segundo, de categorias de base, busca estabelecer o posto de potência olímpica do país por meio do desenvolvimento da prática em âmbito nacional, oportunizando para vários jovens com idade entre 14 e 20 anos a chance de se tornarem atletas profissionais de vôlei. Ao longo destes anos, uma série de jovens talentos foram revelados nas categorias de base e vários tem passagens pelas Seleções Brasileiras das respectivas categorias.

Tão importante quanto os outros, o terceiro, que é o da alta performance, garante a visibilidade do projeto e inspira cria nças e atletas de base a praticarem suas atividades. Nos três primeiros anos, o projeto foi assistido pela Medley e pela Sanofi Aventis e nos quatro anos seguinte pela Brasil Kirin.

Com 10 anos de existência, o Vôlei Renata é hoje reconhecido como um dos principais projetos de vôlei do país e obteve sua melhor performance na temporada 2015/2016, sendo vice-campeão da Superliga e da Copa Brasil.

O projeto seguiu forte, a partir de 2017, com a chegada do Pastifício Selmi, através da marca Renata, como patrocinadora máster. Em seu terceiro ano com o patrocinador, o projeto faturou o título da Copa São Paulo e a medalha de prata no Campeonato Paulista, ambos em 2019. A sinergia com um dos maiores pastifícios do país é tão grande que ele seguirá até, pelo menos, maio de 2022 como patrocinador máster.

O diretor-geral da ESM, Luiz Fernando Ferreira, avalia o projeto de forma extremamente positiva: "Temos um modelo de gestão e entrega diferenciado e ficamos muito contentes com nossa relação com nossos patrocinadores, Prefeitura de Campinas e com os nossos torcedores. Acreditamos no investimento através do esporte para o alcance de objetivos comerciais, de exposição, de relacionamento, sociais e temos hoje um projeto completo e vencedor", afirmou Luiz Fernando.

O Campeão Olímpico André Heller é o Coordenador Técnico da equipe desde maio de 2014, quando se aposentou das quadras (Heller está no projeto desde o início, em 2010). Além dele, Maurício Lima é o embaixador da equipe. Duas vezes medalhista de ouro em Olimpíadas (1992 e 2004), entre tantos outros títulos, Maurício possui grande experiência dentro e fora das quadras e prevê bons resultados com o grupo forte formado e a estrutura necessária para o desenvolvimento de um ótimo trabalho.